RONALDOEVANGELISTA


Trabalho Sujo, 15



Uma porta antiga, na esquina da avenida São João com a rua Dom José de Barros, em fente às vitrines da Galeria Olido, pleno centro. Subindo as escadas, no primeiro andar, à sua direita pista 100% digital, CDs e iPods disparando seleções, e à sua esquerda pista 100% analógica, vinis girando a 33 ou 45 rotações por minuto. No caminho para uma ou para outra, você pode passar por uma porta e chegar na sala transformada em bar, com a varanda com vista pro centro, ou no espaço com sofás, timeout e passagem de volta à pista. Se continuar, pode acabar completando a volta e chegar onde começou. Se resolver voltar, pode acabar se perdendo com alguma nova diversão ou som novo na outra pista. É a Associação Brasileira de Empresários de Diversões ou, para os íntimos, a Trackertower.

Em ocasião especial e por conjunção astral, somando as forças e váibes e sistemas de sons, oito DJs, coletivos, duplas, dividem as duas pistas neste sábado, comemorando os 15 anos do blog Trabalho Sujo e a vida, em geral. De um lado, nos controles digitais, ficam Alexandre Matias e Luciano Kalatalo da Gente Bonita, Chebel e Giu da SRY e Dani Arrais do Don't Touch My Moleskine nos hits pop, indie, eletro, rock. Do outro, nas picapes analógicas, o VENENO Soundsystem, formado por Mauricio Fleury, Peba Tropikal e Ronaldo Evangelista, girando soul, cumbia, afro, brasa, disco. Clima de festa, diversão sem fim, aparições surpresa, sons infalíveis & vista pro centro.

Sábado, 9 de abril de 2011
15 ANOS DE TRABALHO SUJO
Veneno Soundsystem+GB+SRY+Don't Touch My Moleskine
Trackertower
Rua Dom José de Barros 337, esquina com av. São João
$20
0h

*Só entra com nome na lista (emails até 19h de sábado) ou confirmando presença no Facebook.


http://oesquema.com.br/trabalhosujo
http://venenosoundsystem.com/

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Arthur Verocai, Sesc Pinheiros, Abril de 2011


Imagem daqui.

O disco de Arthur Verocai, 1972, é especial por muitos motivos. A criatividade em estado bruto, as letras que falam de coisas grandes da vida de maneira muito própria, suas harmonias e melodias particulares, beats sem limite, cordas em estado de graça, intimidade com suas afirmações, pegadas, instrumentos, efeitos, sons inéditos em sua originalidade até hoje, quase 40 anos depois de seu lançamento. Verocai é sua própria categoria.

Originalmente gravado para a gravadora Continental, esquecido em arquivos e algumas poucas coleções durante décadas, o disco encontrou brilhante redescoberta na última década, base de samples para inúmeros produtores, reedição em LP em 2004 e apoetótico show na Califórnia, dentro da série Timeless, em 2009.

Comemoremos, então, agora, o primeiro show ever no Brasil, próximos dias 9 e 10 de abril, no Sesc Pinheiros, com orquestra de cordas, alguns dos protagonistas originais e novas e emocionante conexões: Célia, Carlos Dafé, Robertinho Silva, Luiz Alves, Nivaldo Ornelas, Marcelo Jeneci, Guilherme Held, Nuts. Experiência para saborear e dizer que viu.

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Gigante Gentil

Se a busca pela beleza é o foco e a curiosidade o combustível, o caminho é infinito. Aproveitando a vinda de Doutor Yusef Lateef ao Brasil na semana que vem, liguei para Amherst, Massachussetts, para um papo sobre tão brilhante, longa e humana carreira. O resultado, no caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo de hoje, por aqui, ou expandido quase íntegra logo abaixo.



Yusef Lateef não é músico de ser apresentado como "tocou com tal lenda do jazz". Se “lenda” significa alguma coisa, ele o é por si só. E, aliás, o que faz não é jazz. Não apenas uma questão semântica, mas de formato e expressão. Se o jornalismo é construído sobre simplificações, enxugar um conceito para explicá-lo, isso é o oposto da busca de Lateef - expandir os limites e explorar as possibilidades, muito mais compositor que intérprete de standards.

Se a princípio parece estranho querer fugir  do rótulo de jazz quando se gravou pela gravadora Impulse, tocou na orquestra de Dizzy Gillespie e, dizem, influenciou espiritualmente John Coltrane, é porque admitir-se jazz é admitir os limites de sua criação. O que Dr. Lateef faz é Música Autofisiopsíquica - não confundir com free jazz, que parte de pressupostos parecidos mas para implodir a própria linguagem do jazz. O ponto de Lateef é a curiosidade, a beleza. E, se o novo intimida, é o que explica Lateef não estar entre os mais conhecidos - embora esteja entre os mais respeitados por quem conhece.

Flautista, saxofonista, oboísta, claronista, um dos primeiros a se interessar profundamente por padrões musicais orientais e africanos, ainda na década de 50, Lateef foi e é até hoje, aos 90 anos, um dos mais estudiosos e expressivos inovadores com senso de naturalidade, do jazz ou não. Estudioso da beleza, com infinita curiosidade, mergulha profundo nos seus estudos e aprendizados musicais e também na própria sensibilidade, o que gera um virtuosismo de expressão individual.

Além de multiinstrumentista, pesquisador, mestre, professor, aos 90 anos continua compondo e em ocasiões especiais viaja para shows como o que fará pela primeira vez no Brasil, no teatro do Sesc Pompéia, sábado (12) e domingo (13), acompanhado de Rob Mazurek (trompete), William Parker (baixo), Jason Adasiewicz (vibrafone), Thomas Rohrer (rabeca) e Maurício Takara (percussão).



Imagino que seja um termo restritivo, mas gostaria de saber se o senhor considera sua música jazz, ou o jazz como parte de sua música.

A palavra jazz de nenhuma maneira define o que faço. Prefiro Música Autofisiopsíquica, que quer dizer do físico e da mente, do espírito e do coração.

Bem, improviso é uma busca por expressão individual, então imagino que seja onde o conceito de jazz encontra a música Autofisiopsíquica.

Mesmo a palavra improviso não é apropriada, porque a definição que conheço de improviso é fazer algo sem preparação. Se isso fosse verdade, ninguém precisaria praticar ou estudar música.

Sendo uma expressão tão íntima de cada um, o senhor acha que a música pode ter um efeito maior do que agradar os ouvidos, um alcance espiritual?

Sim, acredito que há qualidades estéticas que vêm da música, algo como para boas pessoas há boa música e para más pessoas há má música. (risos)



Essa idéia de expressão individual, música autofisiopsíquica, foi o que lhe atraiu para diferentes sons e instrumentos?

Sim, desde o começo me senti atraído por essa beleza que vem da música. Existe uma forma de arte prototípica que vem de certas músicas, mas há também outras formas de música menos aparentes. Cada país tem algo único, suas estéticas peculiares. Assim como cada pessoa tem sua linguagem. As pessoas expressam suas experiências, seus desejos, suas crenças, seu conhecimento através da música.

O senhor diria que a linguagem de uma pessoa se modifica ou continua a mesma em diferentes instrumentos?

Bem, música em si é uma linguagem e comunica idéias. Ou não comunica. Algumas idéias são claras, outras nem tanto. Há diferentes níveis de entendimento. Diferentes idéias são expressadas através de pessoas diferentes. E através de instrumentos diferentes, é claro.

Quando o senhor começou a estudar e tocar instrumentos como oboé e fagote, havia um modelo para isso ou a falta de modelo era o que lhe atraía?

Desde o começo havia exemplos. Toda a natureza é um modelo, a beleza que pode ser percebida e transmitida pela música. Um pôr-do-sol, por exemplo, é uma mensagem, algo que se sabe apreciar, algo pelo que se sabe ser afetado. Uma flor e suas pétalas expressam beleza, e simplesmente refletir sobre essa beleza... é algo que transparece na música de certos indivíduos que são sensíveis à beleza da criação.



O senhor passou quatro anos na Nigéria. Como foi a experiência?

Fiquei quatro anos, de agosto de 1981 a agosto de 1985. Eu era um pesquisador sênior na Universidade Ahmadu Bello em Zaria, na Nigéria. Minha pesquisa era um instrumento da etnia Fulani, a flauta Sarewa. Também uma de minhas funções era interagir com músicos e dramaturgos, como consultor musical. Realizamos um drama chamado Rainha Amina, baseado em uma verdadeira rainha que viveu na Nigéria há algumas centenas de anos. Chegamos a levar o espetáculo para Sofia, Bulgária, em um festival de 28 nações. Foi muito informativo.

É muito comum chamar a música que tomou forma no último século nos Estados Unidos de música afro-americana. Enquanto o senhor esteve na África, teve uma sensação de proximidade das origens?

Sim. Descobri que muitos temas comuns ao blues - blues de 12 compassos, blues modal e talvez toda a música da América - foram herdados da música dos povos Tiv - para citar um entre centenas de grupos étnicos na Nigéria. Pesquisei uma forma musical que eles chamam de Canções Órfãs. Muitas vezes eles cantam as mesmas canções, às vezes até com as mesmas palavras, mas em diferentes melodias. Alguém que perdeu a mãe, por exemplo, cantaria “ó mãe, se você estivesse aqui eu não estaria passando pelos problemas por que passo agora” ou “ó mãe, se eu tivesse sido bom não sentiria esse peso no coração”. A mesma construção de frases, as mesmas histórias típicas de sofrimento etc que você encontra no blues americano, você encontra nas Canções Órfãs na Nigéria.



Doutor Lateef, quando ouço sua música tenho uma profunda sensação de humanidade. Essa é uma definição de sua música que o agrada?

Aahh, sim. Fico tão feliz. Amo a humanidade e quando minha música toca o coração sinto como se tivesse sido um recipiente para comunicar algumas das belezas da criação.

Depois de tantas coisas que o senhor fez, há algo que o deixe especialmente orgulhoso, que você carregue com um carinho especial?

Bem, não sou orgulhoso. Tento não ficar. Tento ser humilde e servil e grato, essas são minhas aspirações.

O senhor completou 90 anos há poucos meses. Tem trabalhado muito?

Acabo de terminar minha série de sinfonias. Estou trabalhando em uma ópera. Se for a vontade de Deus, a terminarei.

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TIMELESS no Brasil



Primeiro, foram três shows de responsa em 2009 na Califórnia, dedicados a três compositores/arranjadores tão geniais quanto diferentes entre si: o etíope Mulatu Astatké, que apresentou clássicos e novidades de seu sofisticado repertório afro-latino; um concerto com arranjos do violista Miguel Atwood-Ferguson vestindo beats criados pelo falecido rapper estadunidense J. Dilla; e a correção histórica de colocar o brasileiro Arthur Verocai à frente de uma orquestra para apresentar com pompa os temas de seu disco de 1972. Seriam quatro, e é emocionante só imaginar como teria sido a apresentação do mestre do jazz-funk-psicodélico David Axelrod se ele não tivesse cancelado na última hora.

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The Sounds of VTech / Timeless: Brasil Trailer



Segundo, o processo foi todo registrado e os shows captados pelo fotógrafo/filmador (e produtor) B+, aka Brian Cross, bróder. Parte do plano: em 2010 os shows foram lançados em DVD (e álbuns) com o maior capricho, em um box com ainda de bônus uma mix da carreira de Verocai pelo DJ Nuts e o set africano de Quantic quando do show do Mulatu. Mas não são só os shows, são filmes com olhar especial sobre músicos sem época fazendo sons elevados, buscando, instigando e registrando momentos de inspiração.

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The Sounds of VTech / JRocc's Timeless Performance at SXSW



Ao longo de 2010 rolaram exibições do filme em sessões especiais em Nova York, Los Angeles, San Francisco, Chicago etc. Agora, próximos dias 9 a 11 de fevereiro, no Espaço Unibanco de Cinema, o Timeless é exibido no Brasil e com uma transa interessante: J. Rocc vem junto e manda uma videotecagem, jogando os três filmes no computador e mixando como vinis no Serato, colando e brincando com trechos de imagens e sons. Show, filme e happening, cinema, orquestra e DJ, Brasil, EUA e Etiópia, jazz latino, funk brasileiro e concerto hip-hop.

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VENENO dois mil eleven



Pronto, agora foi. Bye 2010, projetos realizados e sonhos vividos, e salve 2011, reinventando o futuro. Ano novo vida nova, o VENENO volta às celebrações na pegada música, diversão e amizade. Segunda-feira, véspera de São Paulo, Astronete, baile inesquecível: novos grooves na pista, grandes amores no coração e drink especial no bar, VENENO VERÃO by Peba Tropikal. Os mais felizes, animados, bonitos e dançarinos ainda ganham mixtape.

Veneno, desde 2007 fazendo das pistas coração.


VENENO @ Astronete
Segunda, 24 de janeiro
Rua Matias Aires, 183 - Consolação, SP - SP
ENTRADA: $10
100% vinil

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confiem no mistério



Não consigo imaginar outro ator que não Paulo José convencendo e prendendo olhar e atenção assim já nessa cena inicial do "Insolação", Felipe Hirsch e Daniela Thomas, que aliás tem exibição extra amanhã sábado às 16h, dentro da retrospectiva Cinema Brasileiro 2010 do CineSesc.

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VENENO & Rita Lee



Amanhã à tarde, pleno sábado, o coletivo VENENO Soundsystem cola no Lions Club para fazer a trilha do já notório Bazar Rita Lee, figurinos, badulaques, instrumentos (até a flauta!). Eu já vou ficar bem feliz se voltar pra casa com um LP Tecnicolor.

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Coletivo Samba-Jazz



Marcos Paiva, que prepara para breve excelente álbum com temas inspirados no clássico de jazz brasileiro Edison Machado é Samba Novo, participa hoje do Coletivo SambaJazz, ao lado de Daniel D'Alcântara (filho de Maguinho), João Paulo Barbosa, Edinho Sant'Anna e Alex Buck. Samba-jazz 2010 no Beco Jazz nos Fundos, dez da noite, atrás do Biu.

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Feito pra lançar



Os relatos do primeiro dia já foram de máxima ressonância emocional, ontem, com Arnaldo Antunes. Hoje, Jeneci lança seu primeiro disco, no Sesc Vila Mariana, com orquestra, Arthur Verocai, Marcelo Camelo, Tulipa Ruiz, Laura Lavieri e grande elenco de bambas.

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xaxado xaxado xado



Sai sai do sereno minino! O xaxado esquenta na gafieira logo mais no Astronete, Baile VENENO especial, mixtape nova pros melhores dançarinos e mais simpáticos, 100% vinil e 300% amor com o power trio Mauricio Pleuro's, Peba Tropikators e Ronaldo Adventista. Quem vai, quem vem, let's?

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Blubell Bar B



Dia cinzinho, frio pré-verão, sábado véspera de domingo véspera de feriado, cidade tranquila e sentidos em câmera lenta: clima perfeito para noite no Centro, janelas pro mundo, calçadas iluminadas, pessoas geniais, sons bonitos, o incrível charme do Bar B e a incrível voz de Blubell. Hoje, cedo a partir de 22h, Bell toca e canta e experimenta e transcende com voz, guitarra, pedais, efeitos e repertório sentimental. Logo antes e logo depois, eu faço a trilha buscando a alta beleza, só jazz, magia do improviso.

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Casa Pelada + Gente que TRANSA



Por aqui ainda? Só pode ser um sinal: convocação de Dionísio, estudantes universitários, cortejo de leite mau na cara dos caretas, festa Casa Pelada + Gente que TRANSA. Logo menos, Pista 1, 100% vinil, 200% amor, na parceiragem com Peba Tropikal. Let's?

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Novembro Veneno



Novembro tá quente: abrindo o mês Veneno hoje tocamos no Estúdio Emme, lançamento do filme José & Pilar (também conhecido como O Documentário do Saramago). Amanhã são três simultâneas: discotecagem jazz no Bar B, banda afrobeat no Tapas e Tropikalismo em Fortaleza. Semana que vem o ritmo vai igual e pelo mês ainda acontecem Baile no Astronete, Proibidão, Curitiba, Gente que Transa, mixtapes novas, adesivos e vai acompanhando por aqui.

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Bendita/Veneno



Sábado passado o trio Veneno baixou na Bendita Festa pra uma festa, como sempre, delícia. Paquera antiga: Bendita e Veneno dividem o pódio de festas mais good vibe da cidade. // Não só, semana passada colamos também nos estúdios Theo Werneck, ao lado de Alice e Ana, da Bendita, mais Monica, toda a turma Uia, e gravamos podcast e trocamos idéias sobre as coisas que fazem noites e festas e sons especiais e ainda contamos a história factual e afetiva de criação do Soundsystem. (De lambuja, um pouco da história do Bixiga 70, ex-Malaika.) Se ainda não ouviu, só clicar aqui.

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Tema de Malaika





Já é tradição do 15 de outubro, aniversário de nascimento do Fela Kuti: pelo mundo, rituais de celebração pelo poder da música, de liberdade e vida, corpo e alma.

Esse ano, além do primeiro Dia Fela em Belo Horizonte e da segunda edição da festa Makula no Rio (com show da Abayomy Afrobeat Orquestra, que nasceu nesta data ano passado), em São Paulo acontece já a quarta edição da Festa Fela, com uma novidade: estreia da MALAIKA, talvez a primeira banda de afrobeat (etc) da cidade.

No play acima, o "Tema de Malaika", gravação de ensaio em um estúdio no Bixiga. A banda, juntando só gente legal que você já viu por aí tocando com Rockers Control, Projeto Coisa Fina, Som da Selva, Projeto Nave, Otis Trio, Clube do Balanço, Anelis Assumpção, Leo Cavalcanti:

Décio 7 - bateria
Rômulo Nardes - percussão
Buda - baixo
Cris Scabello - guitarra
Mauricio Fleury - guitarra, piano, órgão
Cuca - sax barítono, flauta
Tiquinho - trombone
Daniel Nogueira - sax tenor, flauta
Daniel Gralha - trompete

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Fela, 72



Falando em Kalakuta, se prepara: dia 15 tem celebração de aniversário do Fela, com line-up preza de DJs e a estreia mundial da Orquestra Malaika.

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VENENO SULCOS



Dá licença, Achiropita: sexta-feira o Veneno baixa no Bixiga, Treze de Maio 353. Levamos o soundsystem pra Casa Taiguara de Cultura e chegamos junto no projeto Sulcos, estreando o mês. Aquela festa: 100% vinil, disco music, cumbia, grooves afrobrasileiros, ritmos globais, mixtapes, amizade, amor e o charme que só mesmo uma casa na Bela Vista.

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Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou




A lenda musical de Benim vem mês que vem ao Brasil com seu funk afro baseado nos cantos Vodum - tradição-mãe do Candomblé e do Vudu haitiano. Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, coisa de outro mundo, do velho mundo, do novo mundo. Outra muito boa da programação do PercPan 2010 - mas só em Salvador e no Rio.

Vídeos da Poly-Rythmo em '70 via Analog Africa.

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HYPNOTIC BRASS ENSEMBLE



Tava rolando uma história que a Hypnotic Brass Ensemble viria ao Brasil este ano, tá confirmado: PercPan 2010, grande programação - pena que não em São Paulo.

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Wall and Bridges



Ah, sim, claro: daqui a pouco a pequena grande Laura Lavieri faz show especial cantando John Lennon 74 no Sesc Consolação. Os vídeos ficam pra depois que acontecer; acima, só pra dar gostinho, Laura com 18 aninhos (hoje tem 22) cantando "Across the Universe". Correndo pra lá.

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