Donuts Live
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 at 10:04 PM.
O álbum Donuts, de J Dilla, de 2006, tem 31 faixas, grande maioria na base do minuto e meio, colagem caleidoscópica non-stop de levadas, fontes, trechos, mensagens, idéias, discos, sons, goodbyes. Em outubro de 2010 e link abaixo, o trio piano-baixo-bateria Stray Phrases, NY, longa faixa de 35 minutos, no bar Local 269, em uma noite qualquer, tocando o disco inteiro, sem parar, direto ao ponto, pura classe, na pegada do beat e no groove do baixo, no improviso do piano e no flow do som, altamente massa. // Quem tava lá, registrou, botou na roda, blog Metal Lungies. Download por aqui.
Marcadores: dl, J Dilla, Stray Phrases, Vinteonze
sabadabada
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on sexta-feira, 5 de novembro de 2010 at 2:19 PM.
Não basta ser samba-jazz finesse, noneto com Raulzinho, Costita, Kuntz, Zezinho Alves, o melhor disco do mundo. Ainda tem que ter esse nome pop-fônico onomatopaico, essa capa maravilhosamente moderna e ter saído em vinil roxo, tipo 1965. Continental, Erlon Chaves, Alfredo Borba, onde vocês estavam com a cabeça? Onde quer que fosse, obrigado.
Marcadores: capismo, dl, Erlon Chaves, Mais que mil palavras, samba-jazz, Você Ainda Não Ouviu Nada
Sergio Carvalho - Pra Frente (1964)
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on sábado, 25 de setembro de 2010 at 3:20 PM.
Continental PPL-12.130
01) Lágrima flor (Billy Blanco)
02) Na manhã (Sergio Carvalho / Paulo Bruce)
03) Vem viver (Jorginho Telles)
04) Amor de nada (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
05) Fada bombom (Norival Reis / Jorge Duarte)
06) Tudo era você (Sergio Carvalho / Paulo Bruce)
07) Noa-noa (Sergio Mendes)
08) Enquanto a tristeza não vem (Sergio Ricardo)
09) Nosso amanhã (Rildo Hora / Humberto Reis)
10) Até-manhã, até-mais ver (Sergio Carvalho / Paulo Bruce)
11) Louca de saudade (Denis Brean)
12) Tanto amor (Jorge Duarte / Arlindo Velloso)
+ Compacto Simples Continental 33-307
13) Rola serpentina (Sergio Carvalho / Paulo Bruce)
14) Amok (Sergio Carvalho)
Lançando mão da leveza do uníssono piano-vibrafone-guitarra, inerente ao seu próprio estilo, aplicou-o à delicadeza dos sambas que integram o repertório, não deixando porém de, no momento exato em que se faz necessário um ataque, uma mudança de clima, empregar o trio piston-tenor-alto com impetuosidade.
Além de arranjador, SERGIO CARVALHO cumpre excelente performance como pianista, executando solos dentro de uma harmonia impecável, com um desenvolvimento melódico atraente e sem se afastar demasiadamente do original.
Há um coro.
Sua existência, entretanto, não altera a seriedade do disco, não só por estar ele bem dosado, coeso e rigorosamente afinado, bem como se justifica pela necessidade que tem de apresentar seis composições inéditas, cujas letras completam e são partes inseparáveis da concepção e expressão do sentimento de seus autores.
O conjunto, liderado por SERGIO CARVALHO, aparece bem equilibrado, bem ajustado ao clima dos arranjos, com indiscutível "feeling" e bastante harmonioso.
E, assim, temos SERGIO CARVALHO com seu sentimento puro e expontâneo, enriquecido pela técnica e o conhecimento que lhe proporcionam concepções musicais avançadas, num disco, realmente, P'RÁ FRENTE!.
Estado da Guanabara, abril de 1964.
a.) Paulo Bruce
AQUI
Marcadores: dl, samba-jazz, Sergio Carvalho, Vitrola
Milt Jackson And The Hip String Quartet (1968)
2 Comments Published by Ronaldo Evangelista on sexta-feira, 10 de setembro de 2010 at 3:40 PM.
01) You got to pay when the deal goes down (Tom McIntosh)
02) The morning after (Bernard Ebbinghouse)
03) For all we know (J. Fred Lewis / Sam M. Coots)
04) A walkin' thing (Benny Carter)
05) In walked Bud (Thelonious Monk)
06) A little too much (Don Henry / Mike Appel)
07) Bags and strings (Milt Jackson)
08) New rhumba (Ahmad Jamal)
Arranged and conducted by Tom McIntosh
Vibes - Milt Jackson
Piano - Cedar Walton
Bass - Ron Carter or Bob Cranshaw
Drums - Mickey Roker or Grady Tate
Flute - Hubert Laws or James Moody
Tenor saxophone - James Moody
Violin - Sanford Allen
Viola - Alfred Brown
Cellos - Ronald Lipscomb
Kermit Moore or Sidney Edwards
"It's always bothered me," says McIntosh, "that people say strings can't swing. Why is it a bass player can swing? It's just a matter of knowing the language. And I wanted to extend the jazz language to non-conventional jazz instruments."
Even the set-up of the quartet varies slightly from the usual string quartet of two violins, viola and cello. Here, McIntosh employed one violin, viola and two cellos. "I've always felt there was a gap between viola and cello," he says. "What we did was to tune one cello one octave below the violin to close that gap. Many composers have had the idea; it's one of the things that makes the string quartet Hip. And the flute is there to add another color."
AQUI
Marcadores: Contracapa, dj evan, dl, Milt Jackson, Olé, Vitrola
OS TINCOÃS 73-77
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on sexta-feira, 3 de setembro de 2010 at 5:45 PM.
01 Cordeiro de Nanã
02 Canto e danço para curar
03 Deixa a gira girar
04 Canto de dor
05 Promessa ao Gantois
06 Ogundê
07 Lamento às águas
08 A força da Jurema
09 Oxóssi te chama
10 Acará
11 Homem Nagô
12 Na beira do mar
13 Atabaque chora
14 Canto pra Iemanjá
15 Ogum Pai
16 Romaria
OS TINCOÃS 73-77
Marcadores: dl, Mateus Aleluia, Os Tincoãs
OUTRAS COISAS
1 Comments Published by Ronaldo Evangelista on segunda-feira, 2 de agosto de 2010 at 5:57 PM.
O álbum Coisas, lançado em 1965 pela gravadora Forma, é a obra-prima de Moacir Santos. Mais: é obra-prima da música brasileira, do jazz, de sonoridades afro, de evoluções harmônicas, de sofisticações de arranjo, de beleza melódica e profundidade espiritual.
Com pouco mais de meia dúzia de álbuns lançados - se contarmos homenagens e tributos -, Moacir fez mesmo foi muito arranjo pra muita gente. De cantores de marchinhas a orquestras de baile, do que de mais moderno se fazia nos sambas-canções ao que de mais moderno se fazia na bossa nova, Moacir foi abençoando discos, músicas, instrumentistas, intérpretes.
Entre tudo que fez, um punhado de coisas já indicava a grandiosidade das Coisas e algumas outras continuaram no registro. Lembrando de passagens que ele me contou, ouvindo todos os discos com seu nome, caçando sua história, juntei dez faixas em ordem cronológica, pré e pós-Coisas, mas seguindo o espírito.
Play acima, baixe AQUI, faixa-a-faixa abaixo.

RAUL DE BARROS, Toselli no samba, 1950
Choro composto e arranjado por Moacir Santos, inspirado no compositor erudito italiano Enrico Toselli. Gravado em 1950 pelo trombonista Raul de Barros, em 78 rotações para a Odeon. A sofisticação do arranjo, a melodia com surdina, o naipe no contracanto, o solo de piano quase como um interlúdio já mostram quão avançadas eram as idéias de Moacir, desde sempre. Qualquer dúvida, só ouvir ao lado de qualquer disco de Duke Ellington de 1950.
HERBIE MANN e BADEN POWELL, Nanã, 1962
Levado por Baden, Moacir começou a freqüentar as reuniões de Bossa Nova, por exemplo no apartamento da Nara (aliás, sua aluna). Com seu clarinete a tiracolo, sua interpretação em duo com Baden de "Nanã" era dos momentos mais sublimes - Tom Jobim era um que costumava pedir bis atrás de bis. O mais próximo que chegamos de ouvir esse momento nunca registrado senão na memória dos presentes é com o Baden mandando ver em duo com Herbie Mann, gravado em fins de 62, quando o flautista veio checar a bossa in loco.
BADEN POWELL e JIMMY PRATT, Coisa Nº 1, 1962
No estúdio com Baden, que gravava seu disco com o baterista Jimmy Pratt, pra Elenco, Moacir teve que responder: qual o nome dessas músicas novas? São obras, são opus, são Coisas. A número um, depois imponente penúltima faixa do lado B do primeiro elepê do Moacir, aqui debuta em versão com o vocal não-creditado de Moacir (e Alaíde Costa) e balanço afro acentuado.
SÉRGIO MENDES & BOSSA RIO, Coisa Nº 2, 1964
Para o ambicioso disco de samba-jazz do sexteto Bossa Rio, de Sérgio Mendes, foram convocados para levar composições e criar arranjos os então e até hoje melhores dos melhores, Tom Jobim e Moacir Santos. Antecipando um dos melhores momentos do seu álbum na Forma no ano seguinte, a ultra-sofisticada e altamente jazzística Coisa dois.
EDISON MACHADO, Menino travesso, 1964
Em 1958 Vinicius levou Moacir para instrumentar e reger disco de Elizeth Cardoso cantando canções do poeta em parceria com Baden, Vadico, Moacir Santos. Duas delas recuperadas por Edison Machado quando foi gravar seu clássico samba-jazz "É Samba Novo", em 1964, Moacir junto para criar arranjos. Essa "Menino travesso", aqui em versão frevo-choro à Art Blakey do combo do Edison.
LUIZ CLAUDIO, Coisa Nº 10, 1966
Uma das melodias mais marcantes do Moacir, logo faixa dois no Coisas, aqui em versão cantada em scat por Luiz Claudio. A breve melodia do trompete que abre o original aqui é substituída pelo piano, e o groove do balanço orquestral aqui vem só com violão suingado, bateria marcada e piano econômico. Moacir ajuda a cantarolar a melodia só pra deixar mais bonito.
LUIS GASCA, Coisa Nº 2, 1969
Outra leitura da melodia mais sugestiva de Moacir, pelo trompetista de hard bop tex mex futurista Luis Gasca, de um disco acompanhado de Joe Henderson, Hubert Laws, Mongo Santamaria, Chuck Rainey, Bernard Purdie, Herbie Hancock. Tão ricas e particulares as melodias e harmonias do Moacir que, por mais abstrato o approach, suas composições se provam não só perenes como universais.
AIRTO, Jequié, 1972
Faixa bônus do disco de 72 do Airto, Free, com Chick Corea, Keith Jarrett, George Benson, Stanley Clarke, Ron Carter, Hubert Laws, Joe Farrell. Composição lançada na época do Coisas ou pouco depois (já no disco do Luiz Claudio), parente das coisas mas mais crua, quase barroca. Flauta inteligente, bateria viva, percussão original do Airto, piano nervoso: de gênios elevados a gênio elevados, tudo em casa.
HORACE SILVER, Kathy, 1972
"Horácio Silva", como o chamava Moacir, foi não só uma das maiores influências pra toda a turma do samba-jazz - Donato e Sérgio Mendes em especial, por exemplo -, foi O cara que fez a ponte entre Moacir e a Blue Note - que o assinou só pela indicação de Horace. No mesmo ano em que Moacir lançava seu primeiro disco pela Blue Note, The Maestro, Silver lançava das composições mais bonitas de Moacir, que ele próprio gravaria (cantando, com letra) em 1974. Horace Silver andava moderno e com todo um groove, aqui em quarteto com baixo elétrico e a melodia levada pelo vibrafone.
MOACIR SANTOS, Coisa Nº 6, 1968/1978
Três anos depois do Coisas, 68, Moacir revisitou a de número seis em gravação para o que seria seu primeiro disco americano - no fim lançada dez anos depois no quarto, Opus 3 No.1, pela gravadora Discovery. Só pra atualizar o balanço: de afro-Brasil pesado e rústico a um groove lapidado, tão elasticamente soul-jazz quanto melodicamente afro-cubano.
Com pouco mais de meia dúzia de álbuns lançados - se contarmos homenagens e tributos -, Moacir fez mesmo foi muito arranjo pra muita gente. De cantores de marchinhas a orquestras de baile, do que de mais moderno se fazia nos sambas-canções ao que de mais moderno se fazia na bossa nova, Moacir foi abençoando discos, músicas, instrumentistas, intérpretes.
Entre tudo que fez, um punhado de coisas já indicava a grandiosidade das Coisas e algumas outras continuaram no registro. Lembrando de passagens que ele me contou, ouvindo todos os discos com seu nome, caçando sua história, juntei dez faixas em ordem cronológica, pré e pós-Coisas, mas seguindo o espírito.
Play acima, baixe AQUI, faixa-a-faixa abaixo.

RAUL DE BARROS, Toselli no samba, 1950
Choro composto e arranjado por Moacir Santos, inspirado no compositor erudito italiano Enrico Toselli. Gravado em 1950 pelo trombonista Raul de Barros, em 78 rotações para a Odeon. A sofisticação do arranjo, a melodia com surdina, o naipe no contracanto, o solo de piano quase como um interlúdio já mostram quão avançadas eram as idéias de Moacir, desde sempre. Qualquer dúvida, só ouvir ao lado de qualquer disco de Duke Ellington de 1950.
HERBIE MANN e BADEN POWELL, Nanã, 1962
Levado por Baden, Moacir começou a freqüentar as reuniões de Bossa Nova, por exemplo no apartamento da Nara (aliás, sua aluna). Com seu clarinete a tiracolo, sua interpretação em duo com Baden de "Nanã" era dos momentos mais sublimes - Tom Jobim era um que costumava pedir bis atrás de bis. O mais próximo que chegamos de ouvir esse momento nunca registrado senão na memória dos presentes é com o Baden mandando ver em duo com Herbie Mann, gravado em fins de 62, quando o flautista veio checar a bossa in loco.
BADEN POWELL e JIMMY PRATT, Coisa Nº 1, 1962
No estúdio com Baden, que gravava seu disco com o baterista Jimmy Pratt, pra Elenco, Moacir teve que responder: qual o nome dessas músicas novas? São obras, são opus, são Coisas. A número um, depois imponente penúltima faixa do lado B do primeiro elepê do Moacir, aqui debuta em versão com o vocal não-creditado de Moacir (e Alaíde Costa) e balanço afro acentuado.
SÉRGIO MENDES & BOSSA RIO, Coisa Nº 2, 1964
Para o ambicioso disco de samba-jazz do sexteto Bossa Rio, de Sérgio Mendes, foram convocados para levar composições e criar arranjos os então e até hoje melhores dos melhores, Tom Jobim e Moacir Santos. Antecipando um dos melhores momentos do seu álbum na Forma no ano seguinte, a ultra-sofisticada e altamente jazzística Coisa dois.
EDISON MACHADO, Menino travesso, 1964
Em 1958 Vinicius levou Moacir para instrumentar e reger disco de Elizeth Cardoso cantando canções do poeta em parceria com Baden, Vadico, Moacir Santos. Duas delas recuperadas por Edison Machado quando foi gravar seu clássico samba-jazz "É Samba Novo", em 1964, Moacir junto para criar arranjos. Essa "Menino travesso", aqui em versão frevo-choro à Art Blakey do combo do Edison.
LUIZ CLAUDIO, Coisa Nº 10, 1966
Uma das melodias mais marcantes do Moacir, logo faixa dois no Coisas, aqui em versão cantada em scat por Luiz Claudio. A breve melodia do trompete que abre o original aqui é substituída pelo piano, e o groove do balanço orquestral aqui vem só com violão suingado, bateria marcada e piano econômico. Moacir ajuda a cantarolar a melodia só pra deixar mais bonito.
LUIS GASCA, Coisa Nº 2, 1969
Outra leitura da melodia mais sugestiva de Moacir, pelo trompetista de hard bop tex mex futurista Luis Gasca, de um disco acompanhado de Joe Henderson, Hubert Laws, Mongo Santamaria, Chuck Rainey, Bernard Purdie, Herbie Hancock. Tão ricas e particulares as melodias e harmonias do Moacir que, por mais abstrato o approach, suas composições se provam não só perenes como universais.
AIRTO, Jequié, 1972
Faixa bônus do disco de 72 do Airto, Free, com Chick Corea, Keith Jarrett, George Benson, Stanley Clarke, Ron Carter, Hubert Laws, Joe Farrell. Composição lançada na época do Coisas ou pouco depois (já no disco do Luiz Claudio), parente das coisas mas mais crua, quase barroca. Flauta inteligente, bateria viva, percussão original do Airto, piano nervoso: de gênios elevados a gênio elevados, tudo em casa.
HORACE SILVER, Kathy, 1972
"Horácio Silva", como o chamava Moacir, foi não só uma das maiores influências pra toda a turma do samba-jazz - Donato e Sérgio Mendes em especial, por exemplo -, foi O cara que fez a ponte entre Moacir e a Blue Note - que o assinou só pela indicação de Horace. No mesmo ano em que Moacir lançava seu primeiro disco pela Blue Note, The Maestro, Silver lançava das composições mais bonitas de Moacir, que ele próprio gravaria (cantando, com letra) em 1974. Horace Silver andava moderno e com todo um groove, aqui em quarteto com baixo elétrico e a melodia levada pelo vibrafone.
MOACIR SANTOS, Coisa Nº 6, 1968/1978
Três anos depois do Coisas, 68, Moacir revisitou a de número seis em gravação para o que seria seu primeiro disco americano - no fim lançada dez anos depois no quarto, Opus 3 No.1, pela gravadora Discovery. Só pra atualizar o balanço: de afro-Brasil pesado e rústico a um groove lapidado, tão elasticamente soul-jazz quanto melodicamente afro-cubano.
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Strata-East
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on terça-feira, 29 de junho de 2010 at 11:12 AM.

Flying Dutchman, Kudu, Black Jazz, MPS, Tribe, são vários os selos inacreditáveis que lançavam discos maravilhosamente sem limites dos melhores músicos de jazz e grooves dos anos 70. Mas poucos foram tão longe quanto a Strata-East, fundada pelo trompetista Charles Tolliver, com álbuns de Pharoah Sanders, Gil Scott-Heron, Juju, Weldon Irvine, Cecil McBee, Cecil Payne, Mtume, M'Boom. Para expandir um pouco a mente neste começo de inverno, duas compilações de faixas da gravadora: Soul Jazz Love Strata-East e Strata-2-East.
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