Bárbara Eugênia canta Ney&Secos
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on terça-feira, 10 de novembro de 2009 at 2:10 PM.Porque é preciso ser assim assado: quarta-feira Bárbara Eugênia canta canções de Ney Matogrosso e os Secos & Molhados de graça, na Galeria Olido, de vitrine pra São João, volume 2 do projeto CONEXÕES, arrepiando nucas.
Show às 19h em ponto, sol se pondo, versões para ferver nosso sangue latino, nossa alma cativa, Bárbara com a Banda dos Contentes: Mauricio Fleury, piano elétrico; Pedro Falcão, bateria; Demétrius Carvalho, contrabaixo acústico.
Simples e suave coisa, suave coisa nenhuma:
BÁRBARA EUGÊNIA canta NEY MATOGROSSO e SECOS&MOLHADOS
Quarta, 11 de novembro, 19h
Galeria Olido, av, São João 473
GRÁTIS
Marcadores: Banda dos Contentes, Barbara Eugenia, Conexões, Ney Matogrosso, Secos e Molhados
CONEXÕES na Olido, volume 2
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on quarta-feira, 4 de novembro de 2009 at 12:02 PM.
04_NOV Lulina canta TOM ZÉ
11_NOV Bárbara Eugênia canta NEY MATOGROSSO e SECOS & MOLHADOS
18_NOV Bruno Morais canta NOVOS BAIANOS
25_NOV Duani canta TIM MAIA
com
A Banda dos Contentes:
Mauricio Fleury, Pedro Falcão, Demétrius Carvalho
Quartas de novembro, 19h
Galeria Olido / Vitrine da dança
Av. São João, 473 - CEP 01035-000
fone: 3331-8399 - Centro - São Paulo - SP
Gratuito
(Pôster lindo por Jana Pinho & Henry Kage.)
Marcadores: Barbara Eugenia, Bruno Morais, Conexões, Duani, Investigações Artísticas, Lulina, Mais que mil palavras, Ney Matogrosso, Novos Baianos, Tim Maia, Tom Zé, Vamo?
baunilha
2 Comments Published by Ronaldo Evangelista on terça-feira, 3 de novembro de 2009 at 9:53 PM.
Saí pra buscar meu Ney Bandido, segundo dele, pra botar "Trepa no coqueiro" no Veneno, e pelo caminho achei dois que voltaram junto e fizeram a alegria da picape:

Orós, quarto do Fagner, 77, lírico e agreste, psicodélico e experimental, daquela categoria mais-comentado-que-ouvido. Disco cult que cumpre intensamente o que promete: bonito e cabeça, agudo na sua beleza e exuberante no seu desbunde. Com Hermeto, com parceria com Belchior, às vezes meio Mautner, na onda do Pessoal do Ceará, a ver até com o Cidadão Instigado. // O disco abre com "Cinza", pé no peito, "jogue os meus olhos no azul do céu / e eu serei só música":

E o primeirão solo do Ney, Água do Céu - Pássaro, 75, Continental, alegria total, todo em casa já aqui na prateleira. A versão original da época vinha com lacre e compacto bônus, com duas faixas gravadas com Astor Piazzolla - o que faz mais raras e valiosas as edições do disco que circulam até hoje com o compacto. E a minha alegria ao descolar o disco com DOIS compactos diferentes? // Classe mesmo é "Açúcar Candy", de letra totalmente safada e groove inacreditável:

Orós, quarto do Fagner, 77, lírico e agreste, psicodélico e experimental, daquela categoria mais-comentado-que-ouvido. Disco cult que cumpre intensamente o que promete: bonito e cabeça, agudo na sua beleza e exuberante no seu desbunde. Com Hermeto, com parceria com Belchior, às vezes meio Mautner, na onda do Pessoal do Ceará, a ver até com o Cidadão Instigado. // O disco abre com "Cinza", pé no peito, "jogue os meus olhos no azul do céu / e eu serei só música":

E o primeirão solo do Ney, Água do Céu - Pássaro, 75, Continental, alegria total, todo em casa já aqui na prateleira. A versão original da época vinha com lacre e compacto bônus, com duas faixas gravadas com Astor Piazzolla - o que faz mais raras e valiosas as edições do disco que circulam até hoje com o compacto. E a minha alegria ao descolar o disco com DOIS compactos diferentes? // Classe mesmo é "Açúcar Candy", de letra totalmente safada e groove inacreditável:
Marcadores: Fagner, Ney Matogrosso, Pessoal do Ceará, Play, vinilândia