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baunilha

Saí pra buscar meu Ney Bandido, segundo dele, pra botar "Trepa no coqueiro" no Veneno, e pelo caminho achei dois que voltaram junto e fizeram a alegria da picape:



Orós, quarto do Fagner, 77, lírico e agreste, psicodélico e experimental, daquela categoria mais-comentado-que-ouvido. Disco cult que cumpre intensamente o que promete: bonito e cabeça, agudo na sua beleza e exuberante no seu desbunde. Com Hermeto, com parceria com Belchior, às vezes meio Mautner, na onda do Pessoal do Ceará, a ver até com o Cidadão Instigado. // O disco abre com "Cinza", pé no peito, "jogue os meus olhos no azul do céu / e eu serei só música":





E o primeirão solo do Ney, Água do Céu - Pássaro, 75, Continental, alegria total, todo em casa já aqui na prateleira. A versão original da época vinha com lacre e compacto bônus, com duas faixas gravadas com Astor Piazzolla - o que faz mais raras e valiosas as edições do disco que circulam até hoje com o compacto. E a minha alegria ao descolar o disco com DOIS compactos diferentes? // Classe mesmo é "Açúcar Candy", de letra totalmente safada e groove inacreditável:

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2 Responses to “baunilha”

  1. # Blogger Rupia

    Olá, talvez lhe interesse que publicamos em nosso blog resenhas do Orós: http://camarilhadosquatro.wordpress.com/2008/07/21/fagner-oros-1977-cbs-brasil/

    Um abraço,

    Marcus  

  2. # Blogger Rafael Castro

    Porra... Três discos que valem reouvir. O que me surpreendeu, de fato, foi o Orós que é outra coisa MESMO. Na época que eu tava buscando os do Ney eu acabei estranhando por estar mais na onda do S&M, vamos ver o que se passa agora.

    Abraço!  

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