more passionate = more authentic?
1 Comments Published by Ronaldo Evangelista on quarta-feira, 16 de junho de 2010 at 11:06 AM.Pintamos nossos quadros para as paredes das galerias, fazemos música para onde a imaginamos ser ouvida? Prevemos o contexto da nossa criatividade antes mesmo de começarmos a usá-la? A arte que criamos e a cultura que produzimos existem de acordo com a reverberância que imaginamos existir pra elas?
David Byrne sugere a perda da inocência em nossa visão da arte - e da política - em quinze minutos de idéias, no TED.
Marcadores: abre aspas, David Byrne, Idéias, TED, TV
Paratodos
1 Comments Published by Ronaldo Evangelista on domingo, 14 de fevereiro de 2010 at 11:34 AM.feiura
0 Comments Published by Ronaldo Evangelista on quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 at 10:49 AM.
O hífen achei charmoso e do trema já prevejo uma ocasional saudade, bem-querida e resignada. Mas os hiatos? Os ditongos abertos? É uma feiúra estética grande demais deixá-los desacentuados. Não estou pronto pra deixar minhas idéias e vôos desequilibrados como gatos sem rabo, deselegantes como cavalheiros sem chapéu.
Marcadores: Idéias
Se não güenta, por que veio?
1 Comments Published by Ronaldo Evangelista on sábado, 12 de janeiro de 2008 at 12:24 PM.
Idéia para o primeiro reality show existencialista da história:
Durante duas semanas, uma equipe de filmagem deve seguir 24/7 uma pessoa que tem como única intenção, funcionalidade e obrigação se divertir - o máximo possível, pelo máximo de tempo possível. Daí, registram-se as escolhas de felicidade da pessoa e suas conseqüências. Ela é totalmente livre para fazer o que quiser (desde que sozinha e distante da sua vida cotidiana): se quer dormir o dia inteiro, se quer fazer compras, se quer ir à praia, se quer praticar esportes radicais, se quer farrear na balada toda noite, se quer se hospedar num hotel luxo e contratar dançarinas, a produção arranja. Do momento em que acorda até a hora em que vai dormir, a pessoa terá uma equipe à sua disposição, atendendo todos os seus desejos, sem folga e sem responsabilidades. (Liberdade e responsabilidade são os conceitos-cabeção-chave por trás do programa.)
A intenção é ver o quanto de hedonismo non-stop uma pessoa agüenta antes de começar a enlouquecer. O nome pode ser algo como "Quanta felicidade você agüenta?", como um desafio aos competidores, os os encorajando a ir mais e mais atrás da satisfação imediata. Algo como um "Dia de Princesa" gone bad. A graça, é claro, vem da melancolia inevitável que os incríveis montadores vão mostrar tão bem na edição final. Imagina a ressaca de felicidade lá pelo quarto ou quinto dia, a vontade de voltar à rotina, a saudade da placidez da vida cotidiana, a falta da falta de liberdade - ou a consagração dos natural-born-rockstars, que vão se sentir à vontade e pedir mais, com o público vibrando com as escolhas fúteis mas plenamente satisfatórias de quem vence a busca pela felicidade.
Imagina a edição final, mostrando a evolução (ou desevolução) da felicidade - dia 1, dia 2, dia 3 etc. E aí os blocos temáticos: "Totalmente Livre", quando a pessoa está fazendo suas escolhas; "Responsabilidades", quando a pessoa vê que algumas expectativas não foram cumpridas como se esperava; "Ansiedade", nos momentos em que a pessoa está bêbada de euforia com seus desejos todos atendidos; "Pra onde vai a felicidade?", nos dias que a pessoa acorda e lembra onde está e já olha pra câmera com aquela cara de "Chega!" e assim por diante.
Música-tema do programa: "A Felicidade". Toca-se a intro com imagens dos participantes farreando loucamente e rindo sem parar, aí entra o vocal cantando "tristeza não tem fim, felicidade sim..." e a música fica soando com imagens dos participantes naqueles momentos com os olhos cheios de melancolia e ressaca.
Durante duas semanas, uma equipe de filmagem deve seguir 24/7 uma pessoa que tem como única intenção, funcionalidade e obrigação se divertir - o máximo possível, pelo máximo de tempo possível. Daí, registram-se as escolhas de felicidade da pessoa e suas conseqüências. Ela é totalmente livre para fazer o que quiser (desde que sozinha e distante da sua vida cotidiana): se quer dormir o dia inteiro, se quer fazer compras, se quer ir à praia, se quer praticar esportes radicais, se quer farrear na balada toda noite, se quer se hospedar num hotel luxo e contratar dançarinas, a produção arranja. Do momento em que acorda até a hora em que vai dormir, a pessoa terá uma equipe à sua disposição, atendendo todos os seus desejos, sem folga e sem responsabilidades. (Liberdade e responsabilidade são os conceitos-cabeção-chave por trás do programa.)
A intenção é ver o quanto de hedonismo non-stop uma pessoa agüenta antes de começar a enlouquecer. O nome pode ser algo como "Quanta felicidade você agüenta?", como um desafio aos competidores, os os encorajando a ir mais e mais atrás da satisfação imediata. Algo como um "Dia de Princesa" gone bad. A graça, é claro, vem da melancolia inevitável que os incríveis montadores vão mostrar tão bem na edição final. Imagina a ressaca de felicidade lá pelo quarto ou quinto dia, a vontade de voltar à rotina, a saudade da placidez da vida cotidiana, a falta da falta de liberdade - ou a consagração dos natural-born-rockstars, que vão se sentir à vontade e pedir mais, com o público vibrando com as escolhas fúteis mas plenamente satisfatórias de quem vence a busca pela felicidade.
Imagina a edição final, mostrando a evolução (ou desevolução) da felicidade - dia 1, dia 2, dia 3 etc. E aí os blocos temáticos: "Totalmente Livre", quando a pessoa está fazendo suas escolhas; "Responsabilidades", quando a pessoa vê que algumas expectativas não foram cumpridas como se esperava; "Ansiedade", nos momentos em que a pessoa está bêbada de euforia com seus desejos todos atendidos; "Pra onde vai a felicidade?", nos dias que a pessoa acorda e lembra onde está e já olha pra câmera com aquela cara de "Chega!" e assim por diante.
Música-tema do programa: "A Felicidade". Toca-se a intro com imagens dos participantes farreando loucamente e rindo sem parar, aí entra o vocal cantando "tristeza não tem fim, felicidade sim..." e a música fica soando com imagens dos participantes naqueles momentos com os olhos cheios de melancolia e ressaca.
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